3 de mai. de 2009

Você é Vendedor?

Declaração dos Direitos Universais do Vendedor

Eu, Eduardo Felix, declaro que sou um vendedor. Não sou consultor de vendas, assessor comercial, não possuo ou não gosto de nenhum tipo de adjetivo, principalmente de língua estrangeira, que possa desqualificar minhas convicções, meus sentimentos, minha vontade e minha postura de profissional de vendas.

Acordo cedo e normalmente chego em casa tarde, pelo menos está sempre escuro. Enfrento bastante trânsito, todos os dias, independentemente se é dia de sol ou de chuva. Já encarei enchentes e ruas alagadas, mas sempre cheguei ao encontro com o cliente na hora marcada. Diga-se de passagem, quando penso em meu cliente, logo associo sua imagem à de um rei.

Meu celular tem um toque diferente, meu carro está sempre cehio de papéis e amostras de produtos, minha pasta é minha amiga inseparável e a cada semana escuto pelo menos cinco piadas novas. Vivo rodeado de vendedores e preciso confessar que essa rodinha é ótima, afinal, é a nossa comunidade.

Tenho pavor de consultores fico preocupado com as apresentações futuristas do pessoal de marketing e tenho calafrios quando o assunto é crédito e cobrança. O melhor chope do mundo não é o mais gelado, mas sim o da comemoração da meta do mês.

Tenho coisas em casa que ganhei com prêmio de vendas, outras que ganhei como recordações de inesquecíveis convenções e, principalmente, tenho em casa a minha família, razão de tudo e o maior motivo para que eu melhore a cada dia, a cada minuto, vendendo cada vez mais, superando meus limites a cada instante. Sou vendedor!